
Polylepis
A Polylepis é uma marca de viagens de aventura consciente. Toma o nome de uma árvore andina que cresce onde quase nada cresce. Construímos a marca sobre uma ideia-mãe — opostos que se completam: aventura com prazer, vertigem com calma. Um logotipo em minúsculas com um “o” que respira, e o sistema “IS” que une cada destino ao que se sente ali.
- Núcleo psicográfico
- Ideia-mãe e manifesto
- Território de marca
- Tom de voz
- Logotipo e símbolo
- Sistema tipográfico
- Paleta e acentos
- Stickers e badges
- Sistema de campanhas “IS”
- Mídia exterior e editorial
- Papelaria e merch
- Vestuário e equipamento
Vender viagens sem vender fumaça
A categoria vive da épica vazia: o paraíso escondido, a experiência única, o tour que promete tudo. A Polylepis fala com viajantes que sentem isso de longe — gente que paga por logística bem resolvida e detesta a cilada turística. A marca tinha de soar autêntica num ramo treinado para exagerar.
A viagem como ciclo, não como destino
Procurávamos uma ideia que aguentasse peso e encontramos uma do corpo: sístole e diástole, o coração que se contrai e relaxa para seguir batendo. Viajar é isso — sair e voltar, mudar para continuar sendo você mesmo. O círculo ficou como forma-mãe, e o “o” do logotipo como o seu pulso.
Tudo em minúsculas, um “o” que pulsa
Delight em minúsculas baixa o tom: próximo, sem grito, em movimento horizontal. O “o” orgânico condensa o ciclo — ir e voltar. Dark Lavender põe o horizonte ao entardecer; White Sand respira; quatro acentos — céu, mostarda, verde, madeira — dão ritmo sem quebrar a calma. O “IS” une território e sensação: “Patagonia is calm”.
Um sistema que viaja a qualquer destino
O “IS” transforma cada lugar em campanha sem redesenhar nada: a foto muda, a estrutura fica. Desce a mídia exterior, editorial de destinos, papelaria, vestuário e equipamento — bonés, bucket hats, garrafas, mosquetões. A marca assina com um símbolo que é só um “o”: a pegada da viagem.








