
dillo
dillo é uma startup que conecta pessoas surdas com quem está à sua volta. Construímos a marca sobre uma ideia que o nome já trazia — os dois “l” são dois parênteses, e um parêntese aberto é o perfil de uma orelha atenta. O resto sai daí: um isólogo que também são dois olhos e uma boca, e um sistema que trata a escuta como algo feito com o corpo inteiro.
- Missão, visão e valores
- Manifesto e conceito
- Público e proposta de valor
- Território de marca
- Logotipo e isólogo
- Sistema tipográfico
- Paleta e cinzas
- Área de respeito e usos
- Patterns e ilustração
- Sistema de emojis
- Mídia exterior, site e app
- Papelaria, credenciais e stand
Uma marca de acessibilidade sem cara de burocracia
A categoria oscila entre dois extremos: o tom clínico do produto médico e o tom compassivo da campanha solidária. Os dois deixam a pessoa surda do lado da falta. dillo não é uma prótese nem uma causa — é uma comunidade, e uma comunidade parece uma ou ninguém acredita.
O parêntese como orelha atenta
O nome já trazia a solução escrita. Os dois “l” de dillo são dois parênteses, e um parêntese aberto é o perfil de uma orelha que escuta. A mesma forma se lê depois como dois olhos que buscam contato e como uma boca que fala — uma só figura para as três coisas que fazem falta para se entender.
Um azul-claro que abre, quatro cinzas que sustentam
Museo Slab assina o logotipo: suas serifas dão corpo a uma marca que precisa soar confiável sem ficar solene, e sua gama de pesos permite gritar e sussurrar sem trocar de família. Kantumruy Pro cuida do texto longo. O azul-claro é abertura e calma; amarelo, violeta, coral e verde põem a vitalidade de uma comunidade; quatro cinzas sustentam todo o resto. A área de respeito se mede com o próprio “o”.
Kantumruy Pro
Uma marca que se diz com as mãos
O isólogo se repete até virar pattern e as ilustrações à mão livre põem gente onde outra marca poria ícones. Os emojis entram como língua própria: mãos que apontam, acenam e aplaudem. Desce para mídia exterior, site, app, credenciais, papelaria e stand — e em todas a fotografia mostra alguém conversando, nunca alguém sendo ajudado.






